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Serviço

Inventário florestal e supressão de vegetação

Inventário florestal, censo arbóreo e autorização de supressão de vegetação em Curitiba e no Paraná, com volumetria calculada e laudo defensável.

Inventário florestal é a peça que sustenta o pedido de supressão. Se ele cair na análise, cai o processo inteiro, e normalmente cai por um dos três mesmos motivos: identificação botânica frágil, volumetria sem método declarado ou evidência insuficiente do enquadramento da área.

Atendemos Curitiba, a Região Metropolitana e o restante do Paraná, em área urbana e rural.

Quem costuma contratar

Loteador e incorporador que precisa de inventário florestal para aprovar o projeto e liberar a supressão da gleba. Proprietário urbano que quer cortar uma árvore no terreno e descobriu que depende de autorização. Construtora com obra projetada em cima de vegetação nativa. Produtor rural que precisa regularizar intervenção em área de reserva legal ou de preservação permanente. Empresa com condicionante de licença que exige compensação florestal e relatório de plantio.

Em Curitiba, o corte em área urbana passa pela secretaria municipal de meio ambiente; fora dela, o caminho é o órgão ambiental estadual, e o rito muda conforme o enquadramento.

O que está incluído

Inventário por amostragem, quando a área comporta, com intensidade amostral definida pelo erro admitido e não pelo prazo disponível. Censo total quando a norma ou o porte da intervenção exige. Levantamento fitossociológico, com índices de diversidade e estrutura da comunidade, quando o estudo pedido pelo órgão vai além da volumetria.

Identificação botânica indivíduo a indivíduo, com nome científico, família, fonte consultada e data da consulta. Nome popular não vira espécie por conveniência, e a lista de espécies ameaçadas se consulta pelo nome científico, o que torna a identificação uma etapa de enquadramento e não um detalhe de preenchimento.

Volumetria com o modelo explícito no memorial. Em Floresta Ombrófila Mista o ajuste aplicável é diferente do usado em Floresta Estacional Semidecidual, e extrapolar um para o outro é o tipo de atalho que o analista percebe.

Autorização de supressão de vegetação nativa, protocolada no sistema correspondente ao rito aplicável, incluindo o corte de árvore isolada quando é esse o enquadramento.

A compensação faz parte do serviço

Supressão autorizada gera obrigação de compensação, com espécie, densidade, local de plantio e monitoramento definidos. Vale saber disso na primeira conversa, porque o compromisso dura anos e entra no custo do empreendimento.

Calculamos a compensação junto com o pedido e acompanhamos o cumprimento, incluindo o relatório de plantio quando ele é condicionante.

Como conduzimos

Antes do campo, definimos o rito aplicável e o que precisa ser comprovado. Depois vem a medição, com CAP, DAP, altura, posição georreferenciada e registro fotográfico ligado ao número de cada indivíduo.

A tabela censitária mantém rastreabilidade: cada linha aponta para a foto, para o ponto levantado e para a consulta botânica que sustenta a espécie. Quando um dado falta, ele aparece como pendência no laudo em vez de virar preenchimento.

Este texto tem finalidade informativa e não substitui a análise do caso concreto.

Dúvidas frequentes

Sobre inventários florestais

Preciso de inventário florestal para aprovar um loteamento?

Quando a gleba tem vegetação nativa e o projeto prevê supressão, sim. O inventário é o que quantifica o que será removido e sustenta o pedido de autorização, e costuma ser exigido junto com a caracterização da área e o cálculo da compensação. Mesmo quando o projeto consegue desviar da vegetação, o órgão normalmente pede a caracterização para confirmar que a intervenção foi evitada.

Posso cortar uma árvore nativa no quintal em Curitiba?

Não sem autorização. O corte de árvore nativa depende de manifestação do órgão ambiental mesmo em terreno particular, em área urbana e mesmo quando é um indivíduo só. O que muda de caso para caso é o rito: existe um caminho simplificado para corte eventual de poucos indivíduos sem propósito comercial, com laudo técnico assinado por profissional habilitado, e existe o rito comum, mais longo. O que decide é o enquadramento, e é nele que a maioria dos pedidos trava.

Qual a diferença entre inventário florestal e levantamento fitossociológico?

O inventário quantifica: número de indivíduos, diâmetro, altura e volume, para dimensionar a supressão e a compensação. O levantamento fitossociológico descreve a estrutura da comunidade vegetal, com densidade, frequência, dominância e índices de diversidade, para caracterizar o estágio sucessional e o valor ecológico do remanescente. Nem todo processo pede os dois, e pedir o estudo errado gera complementação.

Precisa de apoio técnico nesse tipo de processo?

Conte com a Drematech para conduzir a análise, a peça técnica e o protocolo.